Tchêfotografei

O portal mais campeiro da região

Curiosidades

Vamos là mostrar um pouco da cultura gaúcha para nossos amigos internautas, apresentando as danças:

Chote Inglês

Dança de salão difundido nas cidades brasileiras ao final do século XIX. Suas melodias, excutadas ao piano nos centros urbanos, chegaram a ser conhecidas no meio rural. Registramos algumas variantes de chote inglês em várias regiões do Rio Grande do Sul.

Chula

A chula é dança de agilidade masculina ou de habilidade sapateadora, em que os executantes demonstram suas qualidades individuais.

Maçanico

Com o nome “Maçanico” surgiu no Estado de Santa Catarina e daí passou ao nordeste e litoral do Rio Grande do Sul. É uma de nossas danças mais animadas. O nome maçanico é corruptela de maçanico, ave das lagoas.

Pau-de-Fitas

A tese mais acertada é a do folclore argentino Carlos Veja que vê na “dança das fitas” uma sobrevivência das solenidades de cultura às árvores, tão disseminada entre os povos primitivos.

Pezinho

O "Pézinho" constitui uma das mais simples e ao mesmo tempo uma das mais belas danças gaúchas. Como dança e como elemento de festas, foi e é ainda muito popular em Portugal e nos Açores, veio a gozar de intensa popularidade no litoral dos estados brasileiros de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Caranguejo

É dança grave, de pares dependentes, lembrando uma muito possível origem no minueto. No Rio Grande do Sul o primeiro registro musical foi feito por Alcides Cruz, para o “Anuário do Rio Grande do Sul”, de 1903.

Rancheira

No Rio Grande do Sul, segundo Paixão Cortes e Babosa Lessa, a divulgação deste ritmo se deu em maior escala com o aparecimento do rádio, sendo uma versão regional da mazurca polonesa. Sua coreografia é executada de três maneiras: primeiro como uma espécie de valsa, típica da fronteira; depois, à maneira serrana, a rancheira sendo dançada com maior vitalidade, com forte marcação na primeira batida; finalmente, ela é dançada no litoral, onde sua forma mais usada é a marchadinha, ou seja, com passos duplos de terol, onde o homem empurra e puxa a mulher e onde o par se segura nos cotovelos, como a Chimarrita Balão.

Chamamé

Ritmo originário da Argentina. O chamamê dançado por argentinos ou uruguaianos, em que a marcação também é ternária, assemelha-se à marcação da valsa, nada tem a ver com as loucuras feitas hoje em dia nos nossos bailes, onde acabaram inventando o chamachote ou choteme e, depois, na hora de dançar um chote, caminham como se fosse um chamamê.

Vanera

A vanera é o ritmo mais apreciado e mais executado nos bailes gaúchos.

Ritmo afro-cubano a Habaneira influenciou vários ritmos dos paises hispano-americanos sendo difundida na Espanha.

No Rio Grande do Sul, a Vaneira ou vaneira ganhou outros nomes, de acordo com o andamento da música. Vaneirinha para ritmo lento, vaneira para ritmo moderado e vaneirão para ritmo rápido.

Valsa

Ritmo que não pode faltar nas festas mais tradicionais da nossa sociedade: casamentos, aniversários, nos bailes de sarau. A valsa a muito tempo vem sendo a rainha das danças de salão.

Para o Rio Grande do Sul, a Valsa foi trazida pelos imigrantes alemães e assim como outros ritmos ganhou características regionais tanto na música quanto na dança.

Chimarrita

O nome Chama-Rita foi introduzido pelos colonos açorianos quando da formação do Estado do Rio Grande do Sul conforme conta João Carlos Paixão Cortes e Barbosa Lessa na sua obra “Danças e Andanças da Tradição Gaúcha”.

Pode-se chamar de Chamarra ou Chimarrita, certo mesmo é que um ritmo muito bom de se dançar.

Bugiu

Pode-se chamar de Chamarra ou Chimarrita, certo mesmo é que um ritmo muito bom de se dançar. Essa dança lembra a vida simples da Campanha,e tornou-se um verdadeiro livro popular gaúcho. O ronco de cada gaita simboliza um alegre convite para as festanças populares.

Balaio

O balaio é brasileiro e procede do Nordeste.O nome “balaio” origina-se do aspecto de cesto que moças dão as suas saias, quando o cantador diz: “moça que não tem balaio, bota a costura no chão”. Trata-se de dança sapateada e, ao mesmo tempo, dança de conjunto.

Referências: